Daniel Almeida, integridade e história



Natural de Mairi-Ba, Daniel Gomes de Almeida é Técnico em Instrumentação Industrial, formado pela antiga Escola Técnica da Bahia (hoje IFBA), e possui curso superior de Licenciatura em História. Iniciou sua militância política nas assembleias operárias do Pólo Petroquímico de Camaçari.

Foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado da Bahia (Sinditextil), no período de 1983 a 1989, e da Central Única dos Trabalhadores Metropolitana, entre 1993 e 1995, liderando importantes greves operárias no Centro Industrial de Aratu (CIA) e apoiando movimentos dos trabalhadores em Camaçari e outras concentrações industriais da Região Metropolitana de Salvador.

Foi vereador de Salvador pelo Partido Comunista do Brasil por quatro mandatos, entre 1989 e 2003, e em 1998 se candidatou ao Senado. Como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Cidadão da Câmara de Salvador intermediou o acordo que determinou a existência de empacotadores nos supermercados, deflagrou a campanha contra o cartel dos combustíveis e buscou o Ministério Público contra a Taxa de Iluminação Pública. Foi ele quem elaborou o Manual de Orientação a Pais de Alunos, para defendê-los dos abusos das escolas pagas. E foi o autor da lei dos 15 minutos nas filas dos bancos e da proposta de ampliação do horário de atendimento bancário para 8 horas diárias.

Em 2002 Daniel foi eleito deputado federal para o primeiro mandato com 95.485 votos. Se candidatou a prefeito de Simões Filho, em 2004, e ajudou a derrubar o domínio político autoritário que imperava na cidade.

Nas eleições de 2010 foi o deputado federal mais votado do PCdoB na Bahia, reeleito com 135.817 mil votos. Nas eleições de 2014 mais uma vez foi campeão nas urnas, atingindo a marca de 135.382 mil votos.

Líder do PCdoB duas vezes (2009 e 2016) na Câmara Federal, Daniel Almeida tem se destacado no Congresso Nacional. No quarto mandato como deputado federal, é um dos parlamentares mais atuantes em Brasília, indicado por oito vezes consecutivas pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos 100 “Cabeças” do Congresso Nacional.
 
Em Brasília, denunciou o Copes/Data Certa e luta pela regulamentação da profissão dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias. Participou das comissões que discutiram a valorização do Salário Mínimo, a Reforma Sindical e o Código Brasileiro dos Combustíveis.

Propôs a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a privatização das teles e os aumentos abusivos das tarifas, foi um dos membros da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investigou a compra de votos e participou das Comissões de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, de Direitos Humanos e a do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Participa das Frentes Parlamentares de Combate à Pirataria, Educação Profissionalizante, Defesa da Igualdade Racial, do Estatuto de Acessibilidade e de Defesa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, da Caixa Econômica Federal, da Educação Profissional e Tecnológica, Em Defesa dos Direitos Trabalhistas, entre outras.

É de sua autoria a Lei 11.635/2007 que criou o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa - comemorado em 21 de janeiro, da proposta de redução da Jornada de Trabalho, em tramitação na Câmara, além de outros projetos de interesse social.

Daniel Almeida presidiu o Partido Comunista do Brasil na Bahia de 1999 a 2001, voltou a dirigir a sigla em 2007 e foi reeleito sucessivamente nas conferências estaduais do Partido até 2015. Atualmente faz parte da direção estadual e nacional da sigla.















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