terça-feira, 11 de dezembro de 2018


DIREITOS HUMANOS

Daniel cobra respeito aos direitos humanos no Brasil



O deputado celebra os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas lembra que o Brasil ainda não garante dignidade plena à sua população.

Nesta segunda-feira (10), o mundo comemorou os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948, a declaração, fruto do pós-guerra, compõe a base de todas as leis contemporâneas que defendem os direitos essenciais de todo ser humano, como o direito à vida, à integridade física, à livre expressão e à associação, sem qualquer distinção de raça, cor, sexo, religião ou visão política.

No entanto, esses 70 anos não estão marcados apenas por celebrações. No Brasil, por exemplo, direitos à moradia, saúde e educação, apesar dos avanços, ainda não são plenamente ofertados à população. O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) fez um balanço do aniversário da declaração e reforçou que mais do que a tradução literal do documento é importante dar conteúdo à sua diretriz.

“Não é possível falar em direitos humanos no Brasil quando, em uma década, meio milhão de brasileiros foi assassinado. No ano passado foram mais de 60 milhões; neste ano, a tragédia vai se repetir, provavelmente, em números crescentes. Como falar em dignidade e em direitos à juventude e à infância, se nós temos 25 milhões de pessoas — crianças e jovens — em situação de abandono nas ruas, sem proteção? Como nós podemos falar em direitos se nós verificamos tanta desigualdade que atinge as pessoas por sua condição étnica? Negros e jovens são as principais vítimas desse massacre que se verifica pelo Brasil afora. Como pensar em dignidade se nós não temos proteção às mulheres que são violentadas permanentemente? Como falar em dignidade e direitos se verificamos todo dia a intolerância religiosa especialmente em relação às religiões de matriz africana? Nós queremos uma sociedade civilizada, de preservação do direito à dignidade; do direito à moradia; do direito ao emprego; do direito à participação em um processo democrático, com igualdade de oportunidade nas lutas; do direito à escola; do direito ao cultivo da terra, pelo qual o homem do campo luta no cotidiano e é violentado permanentemente. Que nós tenhamos, efetivamente, a sua implementação, a sua efetivação, a absorção, o respeito de todos os seres humanos a esse conteúdo que ela traz”, destacou Daniel Almeida.

Fonte: Com informações do PCdoB na Câmara









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