segunda-feira, 18 de dezembro de 2017


BALANÇO

Daniel Almeida faz balanço de 2017



Para o parlamentar do PCdoB da Bahia, a única coisa que tem se desenvolvido no Brasil são as políticas que favorecem o mercado financeiro.

Richard Silva / Ascom PCdoB na Câmara

Em discurso na tribuna da Câmara, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) avaliou os principais prejuízos trazidos pelo governo do presidente ilegítimo Michel Temer ao país em 2017. “Fica fácil compreender porque o golpista tem apenas 3% de aceitação popular. Provavelmente, esses 3% significam os banqueiros, os muito ricos deste país que receberam as isenções tributárias para sonegar impostos. Esses 3% são aqueles que estão protegidos com ele no Palácio do Planalto, os seus amigos, a corriola da corrupção”, disse o parlamentar.

Na avaliação de Daniel Almeida, é intolerável o corte promovido em todas as despesas públicas. O orçamento aprovado pelo Parlamento prevê enxugamento de 90% nos gastos da área social, redução de 85% em todos os investimentos, além de cortes generalizados na agricultura familiar, impossibilitando aquisição de alimentos e de terras, a assistência técnica e o financiamento do Pronaf. “O saldo é a terceirização, que está produzindo precarização, demissões. É a Reforma Trabalhista, que em um mês, já demonstra os seus efeitos contra os trabalhadores, penalizando-os, impedindo que eles recorram ao Poder Judiciário para ter acesso a parcelas simples, legítimas, legais, que os patrões deixam de cumprir na contratação ou até no desligamento das pessoas”, afirmou o deputado.

Outra marca do desgoverno Temer foi o entreguismo na área do petróleo – R$ 1 trilhão em 20 anos para atender às multinacionais. “A única coisa que continua se desenvolvendo neste país é o rentismo. Nada de redução de taxas de juros. Temer diz que a taxa de juros está caindo. É mentira! A taxa real está até subindo, porque a queda da inflação é maior do que a queda da taxa de juros, então o sistema financeiro não tem do que reclamar, e, por isso, é tão poderoso nesta Casa, interfere tanto nela”, destacou Daniel Almeida.

Em 2018, a luta e a resistência contra os desmontes será intensificada, garantiu o parlamentar baiano. “A Reforma da Previdência é a única pauta que este governo insiste em implementar. Não vai conseguir. Não tem votos suficientes. O povo brasileiro sabe o que é isso. Todos puderam compreender a que se destina essa reforma: a maltratar os mais pobres, impedir a aposentadoria, acabar com a Previdência pública e favorecer a previdência privada, que alimenta a agiotagem do sistema financeiro”, enfatizou o deputado.

Fonte: Ascom Daniel Almeida









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