quarta-feira, 1 de novembro de 2017


SALÁRIO MINÍMO

Deputados condenam corte do salário mínimo em 2018



Daniel Almeida considera que redução de R$ 14 terá impacto negativo no orçamento das famílias brasileiras.

Álvaro Portugal/PCdoB na Câmara

Sem conseguir fechar as contas, o presidente ilegítimo Michel Temer mais uma vez irá penalizar os trabalhadores. Nesta semana, o governo reduziu a previsão de reajuste do salário mínimo para 2018, que deve cair de R$ 969 para R$ 965. O corte de R$ 4 ocorrerá porque a inflação, considerada no cálculo, está mais baixa. Vale lembrar que, em agosto, já havia sido anunciada uma redução de R$ 10 nos valores que totalizavam R$ 979.

Para o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), é inaceitável reduzir a renda de trabalhadores que já estão sendo prejudicados por outras medidas governamentais, como a Reforma Trabalhista que sepultou direitos. “O salário mínimo já é baixo. R$ 14 farão falta às famílias. É o pão e o leite da criança. É realmente um acinte. Cabe aos trabalhadores se organizarem e resistirem para lutar contra esse desmonte absurdo”, afirma Daniel.

Na avaliação do parlamentar, o golpista está anunciando o arrocho dos trabalhadores para pagar a conta do mercado financeiro por ter se livrado da segunda denúncia por corrupção na Câmara dos Deputados. No dia 25, o Plenário da Casa rejeitou a autorização para que o Supremo Tribunal Federal (STF) desse andamento a processo criminal por obstrução de justiça e organização criminosa. “Temer faz tudo isso para pagar a conta da sua proteção, para que não seja investigado. O governo quer que os banqueiros continuem a lucrar. Ele só não mexe no lucro dos rentistas”, diz Daniel Almeida.

O governo também deve enviar ao Congresso um pacote com novas medidas de arrecadação e de corte de gastos. Entre as propostas, está o aumento da contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14% para quem recebe acima de R$ 5 mil, além do adiamento por um ano dos reajustes dos funcionários públicos do executivo federal. Concursos públicos estão autorizados, mas só para preencher o mesmo número de cargos que ficarem vagos. 

Por: PCdoB na Câmara
Fonte: PCdoB na Câmara









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