terça-feira, 13 de dezembro de 2016


TRABALHO

Líder do PCdoB promove debate sobre desmonte do Banco do Brasil



As notícias sobre o processo de reestruturação do Banco do Brasil, iniciado pelo governo ilegítimo de Michel Temer, com a extinção de diretorias e a possibilidade de demissões em massa de funcionários gerou o pedido de audiência pública, que será realizada nesta terça-feira (13), na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados.

A solicitação foi feita pelo deputado Daniel Almeida (BA), líder do PCdoB na Câmara, que manifestou preocupação com a grave ameaça ao futuro do Banco do Brasil e dos seus funcionários.
 
“Não podemos permitir, passivamente, esse desmonte e a penalização dos funcionários. O que está ocorrendo com o Banco do Brasil pode ser repetido em outros bancos públicos e em outras estatais”, afirma o parlamentar.
 
A informação é de que foram extintas as Diretorias Crédito Imobiliário (Dimob) e a de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas (Diref). Só nessas duas diretorias, são cerca de 250 funcionários que serão remanejados das suas funções.
 
Essas mudanças serão acompanhadas de um plano de demissões voluntárias, cujos números podem chegar até 18 mil, algo em torno de 16% do atual quadro que é de 115 mil funcionários. Para Daniel Almeida, “os bancos públicos, mais uma vez vivem o fantasma das privatizações e demissões vividas no governo de Fernando Henrique Cardoso.” 
 
“Junto com a extinção da Diretoria de Crédito Imobiliário (Dimob), cujo foco era o programa ‘Minha Casa Minha Vida’, vai também a esperança de  milhões de brasileiros do acesso a uma casa própria. A extinção da carteira de crédito imobiliário, ocorre, mesmo sendo o BB o segundo nesse setor imobiliário, com 8,63% do mercado, perdendo apenas para a Caixa Econômica Federal, que lidera com 51,72%, hoje ocupando o primeiro lugar no setor”, destaca o deputado.
 
Convidados
 
Foram convidados para o debate, que será realizado às 14h30, no plenário 12, os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira; do Trabalho, Ronaldo Nogueira; e os presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araujo; da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Wagner Freitas; e da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva.
 
Também foram chamados a debate o assunto os presidentes do Banco do Brasil, Paulo Rogerio Caffarelli; do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo;  da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro; do Sindicato dos Bancários de Salvador, Augusto Vasconcelos; e da Confederação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte, José Avelino Barreto Neto.
 

Por: Márcia Xavier









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